Roteiro – percursos pedestres – Vila Real


Roteiro – percursos pedestres – Vila Real
Este projecto visa dotar o concelho de Vila Real de um conjunto de infraestruturas públicas de apoio ao turismo na natureza, proporcionando aos turistas, visitantes e população local o usufruto equilibrado do seu património ambiental e paisagístico.

Neste sentido, visa igualmente constituir um incentivo ao desenvolvimento sustentado das comunidades locais.

Circuito das três aldeias: etnográfico

Circuito das três aldeias: etnográfico
Pontos de interesse: Este percurso engloba a passagem por três aldeias marcadamente rurais e com uma arquitectura tradicional. Podem ser observados espigueiros, eiras, cortes de gados, núcleos de casas em granito e muros a dividir campos afectos a uma agricultura de subsistência.

A paisagem de montanha envolvente é caracterizada por algumas manchas de floresta autóctone que alternam com zonas de pinhal. Durante o percurso é possível contactar com algumas espécies da nossa fauna que encontram refúgio e alimento nos matos e florestas da montanha, tais como a águia-de-asa-redonda, a cobra-rateira e o lagarto-d’água.

O património histórico resume-se às igrejas as povoações visitadas que conservam alguma misticidade, aliada a uma rusticidade típica do mundo rural.
 

Circuito de Constantim: histórico-cultural

Circuito de Constantim: histórico-cultural
Pontos de interesse: Este percurso apresenta um grande valor histórico-cultural pois engloba a visita ao Santuário de Panóias e às igrejas matrizes de Constantim e Assento.

O património natural é caracterizado por manchas de pinhal que acolhem diversas espécies de aves de rapina (gavião, açor e águia-de-asa-redonda), mamíferos (esquilo, raposa, fuinha, roedores e insectívoros), passeriformes (tentilhão, carriça, peto-verde), répteis (cobras de lagartos) e um conjunto interessante de pequenos artrópodes que fazem parte da cadeia alimentar de muitos outros animais.

A cultura popular é também evidente no Largo do Fontanário em Constantim com um conjunto peculiar de estruturas como o tanque, o fontanário e uma figura de S. Frutuoso. É possível observar a cultura vinícola que neste percurso domina.

Circuito do Carvalhal: flora

Circuito do Carvalhal: flora
Pontos de interesse: É um percurso marcado por uma vegetação exuberante, associado ao curso de água que acompanha parte do mesmo. Partindo de S. Miguel da Pena podem observar-se alguns carvalhos e castanheiros isolados a ladear os campos, mas é quando o percurso começa a subir em direcção à capela de Nª Sª de Fátima que a vegetação adquire o seu esplendor. Carvalhos-alvarinho, bétulas, amieiros, castanheiros, entre outras, são um exemplo da diversidade característica da floresta autóctone portuguesa.

Associado à flora surge igualmente um mundo diversificado de espécies de fauna, como o gato-bravo, o javali, a coruja-do-mato, os chapins, a cobra-de-água, o lagarto-de-água, a rã-ibérica, a salamandra-de-pintas-amarelas, as libélulas e uma imensidão de borboletas. A paisagem vai-se alterando e ao chegar ao topo começa a dominar a vegetação rasteira, caracterizada por mato de altitude (giesta, tojo, carqueija) e alguns núcleos de pinheiro.

O património histórico-cultural é caracterizado pela igreja matriz de S. Miguel da Pena, a capela de Vilarinho, o pelourinho, a capela de Nª Sª de Fátima, os cruzeiros e os núcleos populacionais de Gontães, Vilarinho e S. Miguel da Pena. É de realçar a existência de dois moinhos em granito, com telhado em xisto, também a calçada em granito rompida pelo passar dos carros de bois e os muros de granito que ladeiam caminhos antigos e campos.´
 
Circuito do Mineiro: geológico

Circuito do Mineiro: geológico
Pontos de interesse: O património natural adquire o seu expoente máximo na estruturas e paisagens geológicas, como as minas, as cristas de quartzito e o relevo, que são alguns pontos de interesse a observar. Devido à extensão do percurso a vegetação vai-se alterando.

Assim, no início, temos mato rasteiro, seguindo-se uma mata densa de coníferas, plantada outrora pelos Serviços Florestais. Já numa zona mais agrícola temos um núcleo de castanheiros que oferece alimento, não só ao homem, mas a muitas outras espécies.

É de realçar, já em Mascoselo, a presença de um azevinho com cerca de 10 metros de altura, que se encontra fabulosamente bem conservado no interior do povo antigo.

Continuando o percurso, e a marginar a estrada, temos uma mancha muito densa de carvalhos, associados a bétulas e a castanheiros.

Em termos de património histórico-cultural, temos as igrejas das povoações de Vila Cova e Mascoselo, a capela de Nª Sª de La Sallete, a sepultura antropomórfica em Vila Cova, as instalações abandonada das minas em Vila Cova e alguns núcleos de casas tradicionalmente transmontanas em granito.
 
Circuito do Lobo: fauna

Circuito do Lobo: fauna
Pontos de interesse: O percurso inicia-se e termina em Samardã, onde podemos observar a igreja e um núcleo de espigueiros e a arquitectura tradicional em granito. Iniciando o caminho que sai da povoação, deparamos com outras estruturas de utilização agrícola como eiras, calçada portuguesa antiga, desgastada pela passagem dos carros de bois, mas espigueiros, uma pequena e rústica ponte e diversos muros que ladeiam os campos agrícolas.

A paisagem é caracteristicamente de montanha, onde dominam os matos de altitude. Contudo, surgem manchas de florestas plantadas pelo homem, pinheiros-silvestres e bétulas que para os visitantes são excelentes pontos de descanso, pois proporcionam sombra. Ao longo do percurso surgem pequenos cursos de água que apresentam um caudal variável com a época do ano. Estes são propícios ao desenvolvimento de espécies da herptofauna portuguesa, como rãs, sapos, salamandras e tritões, que os utilizam principalmente na primavera para a deposição de ovos. Também oferecem frescura a muitas espécies de mamíferos, como os coelhos e raposas. Relativamente às aves, surge uma espécie não muito comum, o tartaranhão-caçador, que aqui encontra alimento e refúgio.

A estrutura mais peculiar e com grande valor cultural é o Fojo do Lobo, que pode ser visitado a meio do percurso.
 
Fonte: folheto promocional editado pela Câmara Municipal de Vila Real

VII Jornadas Micológicas do Corno de Bico - Paredes de Coura


Vão realizar-se, nos próximos dias 29 e 30 de novembro, em Paredes de Coura, as VII Jornadas Micológicas do Corno de Bico.

O Programa prevê o desenvolvimento de uma oficina pioneira de Microscopia Micológica, entendida como técnica complementar de identificação e catalogação de espécies de fungos.

Para além desta, está previsto, também, que seja desenvolvida uma oficina de conservação de cogumelos. Vamos pois aprender algumas técnicas que nos permitirão elaborar conservas caseiras de cogumelos ou outros produtos, bem como o processo de esterilização e de pasteurização – actividade limitada a 24 inscrições.

Simultaneamente, está também prevista uma oficina de produção caseira de cogumelos saprófitos em borras de café – actividade limitada a 24 inscrições.

Este ano pela primeira vez, imbuídos pelo espírito de divulgação da cultura micológica, vamos abrir a CEIA MICOLÓGICA 2014 ao público em geral, pelo que as pessoas que pretendam experimentar o “Cibus Deorum” que estamos a preparar, mas não queiram ou não possam frequentar as jornadas, poderão juntar-se a nós para partilhara Ceia. Atenção: as inscrições são limitadas!

Não podemos prometer que vão aparecer muitos cogumelos, o que podemos prometer é amizade, convívio, cultura micológica e muita gastronomia… Não se esqueça de preparar um petisco para partilhar no Pic-Nic, que acontece durante o Passeio Micológico, durante o qual vamos procurar explorar novos habitats micológicos integrados nas paisagens ímpares que caracterizam o concelho de Paredes de Coura.

Aguardamos a sua visita.
Preços das inscrições - Jornadas Micológicas:

1 dia: 15 euros
2 dias: 30  euros

2 Dias mais dormida e pequeno-almoço: 45 euros

Preços das inscrições - CEIA Micológica:
Ceia Micológica – 15 euros (Inscrições Limitadas).

As Inscrições poderão ser feitas on-line no portal do Município de Paredes de Coura, onde terá acesso a todas as informações relevantes sobre as jornadas.

PROGRAMA

Sábado 29 novembro 2014
09:30 Horas - Percurso Micológico na PPCB - 4 percursos diferentes (Grupos de 15 participantes - máximo)
13:00 Horas - PIC - NIC: Partilha e degustação de petiscos e outros produtos trazidos pelos participantes.
14:30 Horas - Percurso Micológico - Continuação
15:30 Horas - Regresso ao CEIA - Pausa para Café. Biscoitos de milho e outras iguarias da Gastronomia Courense - Promovido pela Loja Rural.
16:00 Horas - Oficina de identificação e catalogação de espécies recolhidas:
Montagem da Exposição “Cogumelos de outono da PPCB”. Identificação e Exposição das Espécies Recolhidas

18:00 Horas - Sessão Teórico-prática de Iniciação à Microscopia Micológica: Pretende-se realçar a importância da microscopia no processo de catalogação de espécies. Atividade monitorizada por Purificacion Lorenzo (Grupo Micológico Galego/ Universidade de Vigo) e Manuel Paraíso (A Pantorra)

20:30 Horas - Ceia Micológica de Outono - Coordenada por Mª Emília Monteiro Alves e Maria Luis Salgado - Degustação de pratos confecionados à base de cogumelos silvestres e de produção. (Actividade aberta ao público em geral)
Domingo 30 novembro 2014

09:30 Horas - Oficina de Conservação de Cogumelos Comestíveis: Cogumelos Confitados e Técnicas Caseiras de Conservação e Esterilização. - Atividade monitorizada por Hermengarda e Cassiano Monteiro (A Pantorra).

09:30 Horas - Oficina de Produção Caseira de Cogumelos Saprófitos em Borras de Café: Produção caseira de cogumelos ostra (Pleurotus ostreatus), num substrato à base de palha e de borras de café.

13:00 Horas - Almoço convívio de encerramento das VII Jornadas Micológicas de Outono 2014.

15:00 Horas - Verde de Honra e Sessão Encerramento das Jornadas Micológicas de Outono, com a presença do Senhor Presidente da Comissão Diretiva da Paisagem Protegida do Corno de Bico - Tiago Cunha, e do Senhor Vice-Presidente da Direção da Associação Micológica A Pantorra - António Júlio Queirós Monteiro

Como Chegar a Paredes de Coura: Centro de Educação e Interpretação Ambiental (CEIA)

GPS: Latitude: 41º 54` 49`` N // Longitude: 08º 29` 33`` W

Porto/Braga pela Autoestrada A3:
1 - Seguir pela A3 na direção NORTE (Valença/Espanha).
2 - Passados cerca de 110 km, sair na saída 13 Nó de Paredes de Coura/ V.N. Cerveira.
3 - Saído da área da portagem, seguir pela (EN 303), no sentido Paredes de Coura.
4 - Percorridos 2 km encontra o entroncamento com a EN 201, virar à esquerda e 100 metros depois, passado o posto de abastecimento de combustíveis, encontra-se o cruzamento junto à Capela de S. Bento da Porta Aberta (Cossourado), aí virar à direita, no sentido Paredes de Coura, pela (EN 303), percorridos cerca de 8 km chega a Paredes de Coura, junto à sede da Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Paredes de Coura (ADASPACO).
5 - A Partir daqui, sair na 2ª Saída e seguir pela Av. Cónego Bernardo Chouzal. passados 300 metros, seguir pelo túnel e na rotunda seguinte, sair na 1ª saída, deverá seguir as indicações: (CENTRO DE EDUCAÇÃO E INTERPRETAÇÃO AMBIENTAL), 50 metros adiante, junto ao quartel dos Bombeiros Voluntários de Paredes de Coura, siga pela Direita, pela Rua Dr. Albano Barreiros (EN301).
6 - Chegado à Rotunda junto á Capela do Divino Espírito Santo, virar à esquerda, sair na segunda saída, 50 metros depois, na rotunda junto ao Minipreço, sair na 2ª saída. Seguir pela EN 303 no Sentido Arcos de Valdevez, por 12 Km, passando por ordem pelas freguesias de: Castanheira; Cristelo; Bico e finalmente Vascões, aqui seguir novamente as indicações do CENTRO DE EDUCAÇÃO E INTERPRETAÇÃO AMBIENTAL que deverá encontrar na Colónia Agrícola da Chã de Lamas.

Porto/Braga - A28 / A27:
1 - Saindo do Porto, seguir na direção NORTE pela A28, a partir de Viana do Castelo pela A27/IP9 na direção de Ponte de Lima.
2 - Sair ao fim do terceiro túnel - Saída 4 (Arcozelo/ P. Lima), na rotunda de acesso seguir pela (EN201) em direção a Arcozelo/ Ponte de Lima.
3 - percorridos 500m na rotunda seguinte (Sabadão) seguir pela (EN202) no sentido Paredes de Coura.
4 - 300 metros adiante na rotunda seguinte (Faldejães) seguir na direção Paredes de Coura (EN 306), chegará a Paredes de Coura, junto ao Minipreço, percorridos 23 km, na rotunda, sair na 1ª saída. Deverá seguir as indicações: (CENTRO DE EDUCAÇÃO E INTERPRETAÇÃO AMBIENTAL) Seguir pela EN 303 no Sentido Arcos de Valdevez, (12 Km) passando pelas freguesias de: Castanheira; Cristelo; Bico e finalmente Vascões, aqui seguir novamente as indicações do CENTRO DE EDUCAÇÃO E INTERPRETAÇÃO AMBIENTAL que deverá encontrar na Colónia Agrícola da Chã de Lamas.

Espanha / Valença Pela Autoestrada A3:
1 - Passar a Ponte Internacional sobre o Rio Minho e seguir na direção Porto/Braga, passados 15 km sair na saída 13 nó de (Paredes de Coura/ V. N. Cerveira), seguir pela EN 303 sentido Paredes de Coura.
2 - Percorridos 2 km encontra o entroncamento com a EN 201, virar à esquerda e 100 metros depois, passado o posto de abastecimento de combustíveis, encontra-se o cruzamento junto à Capela de S. Bento da Porta Aberta (Cossourado), aí virar à direita, no sentido Paredes de Coura, (EN 303), percorridos cerca de 8 km chega a paredes de Coura, junto à sede da Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Paredes de Coura (ADASPACO).
3 - A Partir daqui, sair na 2ª Saída e seguir pela Av. Cónego Bernardo Chouzal. passados 300 metros, atravessar o túnel e na rotunda seguinte, sair na 1ª saída, deverá seguir as indicações: (CENTRO DE EDUCAÇÃO E INTERPRETAÇÃO AMBIENTAL), 50 metros adiante está junto ao quartel dos Bombeiros Voluntários de Paredes de Coura, siga pela direita, pela Rua Dr. Albano Barreiros (EN301),
4 - Chegado à Rotunda junto à Capela do Divino Espírito Santo, virar à esquerda, sair na segunda saída, 50 metros depois, na rotunda junto ao Minipreço, sair na 2ª saída. Seguir pela EN 303 no Sentido Arcos de Valdevez, percorrerá cerca de 12 Km, passando por ordem pelas freguesias de: Castanheira; Cristelo; Bico e finalmente Vascões, aqui seguir novamente as indicações do CENTRO DE EDUCAÇÃO E INTERPRETAÇÃO AMBIENTAL que deverá encontrar na Colónia Agrícola da Chã de Lamas.

Espanha/Valença Pela Estrada Nacional 303:
1 - Sair de Valença pela (EN 13), Av. De Espanha e depois pela Av. Miguel Dantas, (EN13), 5 km adiante, no cruzamento de S. Pedro da Torre, contornar a rotunda e sair na 3ª saída no sentido Paredes de Coura (EN 201).
2 - passados 10 km encontra o cruzamento junto à Capela de S. Bento da Porta Aberta (Cossourado), virar à esquerda, no sentido Paredes de Coura (EN 303) e percorridos cerca de 8 km chega a Paredes de Coura, junto à sede da Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Paredes de Coura (ADASPACO).
3 - A Partir daqui, sair na 2ª Saída e seguir pela Av. Cónego Bernardo Chouzal - Passados 300 metros, atravessar o túnel e na rotunda seguinte, sair na 1ª saída, deverá seguir as indicações: (CENTRO DE EDUCAÇÃO E INTERPRETAÇÃO AMBIENTAL), 50 metros adiante está junto ao quartel dos Bombeiros Voluntários de Paredes de Coura, siga pela direita, pela Rua Dr. Albano Barreiros (EN301),
4 - Chegado à Rotunda junto à Capela do Divino Espírito Santo, virar à esquerda, sair na segunda saída, 50 metros depois, na rotunda junto ao Minipreço, sair na 2ª saída. Seguir pela EN 303 no Sentido Arcos de Valdevez, percorrerá cerca de 12 Km, passando por ordem pelas freguesias de: Castanheira; Cristelo; Bico e finalmente Vascões, aqui seguir novamente as indicações do CENTRO DE EDUCAÇÃO E INTERPRETAÇÃO AMBIENTAL que deverá encontrar na Colónia Agrícola da Chã de Lamas.

Passeio peloTrilho da Águia do Sarilhão


Trilho da Águia do Sarilhão
A Portugal na Mala tem inscrições abertas para o Trilho da Águia do Sarilhão, para o próximo dia 6 de setembro.
Localização: Campo do Gerês. Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG) - (Terras de Bouro).
Data: 06 de Setembro de 2014 (todo o dia)

Trilho: Duração aproximada: 3,5 horas | Grau de dificuldade: Médio | Extensão aproximada: 9km
Este trilho percorre uma interessante área de património natural e cultural do Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG), podendo salientar-se a Mata Nacional de Albergaria, e a Via Nova XVIII (Geira Romana).

Museu de Vilarinho da Furna/ Núcleo Museológico de Campo do Gerês.
Trilho da Águia do Sarilhão
No Museu Etnográfico de Vilarinho da Furna pode ver-se o resultado da recolha do património etnográfico da aldeia de Vilarinho da Furna, dos finais dos anos 60, aquando da construção da barragem no rio Homem que submergiu a aldeia. (A visita é guiada). Paralelamente, realiza-se também uma visita à exposição permanente da Porta do PNPG (do Campo do Gerês) e ao Museu da Geira.

Preço por pessoa: 35,00€ | Este preço inclui transporte (Braga-Campo do Gerês-Braga), guia, almoço, entradas no Núcleo Museológico do Campo do Gerês e seguro de acidentes pessoais.

Aveiras de Cima - Vila Museu do Vinho - convida para a Vindima


O próximo dia 20 de Setembro, sábado, é dia de Vindimas na “Vila Museu do Vinho”, em Aveiras de Cima, localidade do concelho de Azambuja.

Em pleno coração do Ribatejo – tão conhecido pelos seus excelentes vinhos – os vitivinicultores de Aveiras de Cima recebem os visitantes nas suas vinhas e adegas para um conjunto de atividades que vão desde a vindima até à pisa no lagar, passando pela preparação do próprio almoço – o tradicional “torricado” com  bacalhau assado, típico deste concelho – sem esquecer uma prova de vinho conduzida por um enólogo.

Este programa das vindimas foi criado com vários objetivos. Desde logo, trata-se de celebrar o momento mais alto de qualquer ciclo agrícola – a colheita – e, de facto, toda a azáfama da vindima tem muito trabalho mas também um ambiente de festa. Por outro lado, esta atividade pretende ser um complemento prático à informação e às visitas que a Vila Museu proporciona aos visitantes, ao longo de todo o ano. Por fim, é sem dúvida um grande e divertido desafio para os que querem passar um dia diferente em pleno contacto com a natureza.

A proposta é, então, viver um dia cheio de emoções e boa disposição, entre as nove da manhã e as quatro da tarde, aproximadamente. Desde logo, experimentar vindimar e pisar a uva no lagar, mas também preparar o almoço, com um kit ''Torricado'' entregue a cada participante. Além de o saborear, aprende-se a fazer este prato típico na vinha, tal como antigamente… Por fim, na adega, a prova de vinho conduzida por um enólogo. Oportunidade para aprender todos os truques de como provar um vinho, e descobrir os odores e sabores que nele se encontram.

É, sem dúvida, um programa turístico diferente, com muita interação com o universo da produção de vinho e também com a população local. Um dia que – com toda a certeza – ficará gravado na memória de quem visita o concelho de Azambuja e, em particular, as vindimas de Aveiras de Cima.

O projeto “Aveiras de Cima – Vila Museu do Vinho” integra uma dezena e meia de adegas integradas na malha urbana da vila e visitáveis ao longo de todo o ano

O custo é de € 25,00 (por pessoa) e inclui: chapéu + tesoura de vindimar + águas + almoço completo + prova de vinho conduzida + 1 garrafa de vinho VMV

Descubra como nasce um grande vinho… Entre nesta aventura!... Seja bem-vindo(a) ao Ribatejo!

Reservas através do Posto Turismo: telefone 263 400 476, e-mail: turismo@cm-azambuja.pt .


 

Galaicofolia - 2000 anos em festa!


A Câmara Municipal de Esposende, depois do sucesso verificado no ano passado, vai realizar o evento "Galaicofolia - 2000 anos em festa" , um evento essencialmente cultural, de lazer e entretenimento que irá decorrer nos dias 25, 26 e 27 de Julho de 2014, no Castro de S. Lourenço, em Vila Chã - Esposende.

Esta iniciativa, que se enquadra na política cultural e turística do Município, assume-se como um evento diferenciador capaz de cativar turistas e visitantes, valorizando o património arqueológico do concelho.

Com entrada gratuita, estacionamento garantido, área alimentar, presença de grupos musicais, mercado romano e muitas mais atrações que em breve serão reveladas pela organização, estão reunidas todas as condições para voltar a ser um evento inesquecível.

Pretende-se desta forma diversificar a oferta turística do concelho, para além do turismo balnear, proporcionando ao público uma experiência diferenciadora, extravasando o âmbito regional e cativando outros públicos, nomeadamente da Galiza, em Espanha, tal como sucedeu no ano passado.

Estamos convictos de que estão reunidos todos os ingredientes para que se repita a verdadeira festa galaica, começando desde logo com o local onde se irá realizar: o Castro de S. Lourenço, um dos maiores ex-libris do património arqueológico de Esposende e da região Norte, rodeado por uma magnífica paisagem.
Para mais informações: www.galaicofolia.com / www.facebook.com/Galaicofolia / Telf. 253 983 256.
 
 
 


1º FESTIVAL DE CAMINHADAS DE ALCOUTIM



1º FESTIVAL DE CAMINHADAS DE ALCOUTIM
17 e 18 de Maio

 
O Festival de Caminhadas é uma iniciativa organizada pelo Município de Alcoutim e conta com caminhadas guiadas em colaboração com as associações Alcance, Odiana, Grupo Desportivo de Alcoutim, Grito d’ Alegria, Clube Desportivo de Vaqueiros, Amigos dos Farelos e Clarines e ProActiveTur. No programa constam percursos com dificuldade alta, média e baixa, nas freguesias de Alcoutim e Pereiro, Giões, Vaqueiros, Martim Longo e ainda em Sanlúcar de Guadiana, com temáticas como observação de aves, interpretação da natureza, história, pastorícia, observação astronómica, etc.

As caminhadas temáticas são guiadas e orientadas por guias especializados, com o intento de explorar novas formas de lazer aliadas ao exercício físico e à descoberta das paisagens culturais e naturais de Alcoutim e de Sanlúcar de Guadiana. Procura-se promover os percursos pedestres existentes mas explorar também novos percursos sobre novas temáticas, alargando assim a oferta turístico-cultural do território.

PROGRAMA

Sábado, 17 de Maio

08.30 h– “Entre Castelos e Menires” – Percurso de 19 km, dificuldade média/alta, com passagem nos montes das Cortes Pereiras, São Martinho e Afonso Vicente. Paragem em dois cafés. Guiado por Município de Alcoutim

Local de encontro – Em frente ao Posto de Turismo de Alcoutim GPS 37º28’16.9’’N 7º28’17.1’’O

09.00 h– “Manhã com o Pastor” – Percurso de 5 km, de dificuldade baixa, com saída da Corte da Seda, acompanhando um pastor e o seu rebanho de cabras. Prova de queijo. Guiado por Município de Alcoutim

Local de encontro – Corte da Seda

GPS  37º26’42.6’’ N  7º29’47.3’’O

09.00 h– “Corre, Corre Guadiana” – Percurso de 8 km, circular, de dificuldade baixa. Passa pelas localidades de Laranjeiras, Guerreiros do Rio, Álamo e Corte das Donas. Guiado por associação Alcance.

Temas do percurso- Rio Guadiana, ervas aromáticas e fabrico do pão.

Local de encontro- Cais do Montinho das Laranjeiras GPS 37º24’13.2N 7º27’29.3’’O

15.00 h- Jogos tradicionais nos Farelos

Organização: Associação dos Amigos dos Farelos e Clarines GPS 37º28’34.6’’N 7º39’18.8’’O

16.00 h– “Alcoutim à vista…desde Espanha” – Percurso de 8 km, saindo de Sanlúcar de Guadiana até à Ribeira Grande e acompanhado a margem espanhola do Rio Guadiana, com vistas a Portugal.

Passagem de barco 1,00€ para cada lado. Oferta de um gaspacho espanhol. Guiado por Município de Alcoutim

Local de encontro – Em frente ao Posto de Turismo de Alcoutim GPS 37º28’16.9’’N 7º28’17.1’’O

16.30 h– “O Viçoso” – Percurso de 7 km de dificuldade baixa, é um percurso pedestre de pequena rota, O seu traçado permite visitar as povoações de Giões, Viçoso, Farelos e Clarines.

Guiado por associações Grito d’ Alegria.

Local de encontro – Em frente à Junta de Freguesia de Giões GPS 37º28’11.3’’N7º41’41.2’’O

19.00 h- Atuação do Grupo Coral “ Os Moços da Aldeia” no monte dos Farelos

Organização: Associação dos Amigos dos Farelos e Clarines GPS 37º28’34.6’’N 7º39’18.8’’O

19.00 h– Mesa redonda “De Sedentário a Maratonista, A Motivação Também Se Treina”  com José Guimarães, corredor de trail running e ultramaratonas.

Local - Sala de sessões da Câmara Municipal de Alcoutim

21.00 h– Sessão de Contos “ Estórias com Pão”, pelo Teatro do Elefante

Local - Praça da República, Alcoutim GPS 37º28’17.0’’N 7º28’18.0’’O

22.30 h– “Em busca das mouras encantadas e outros tesouros” - Percurso noturno de 7 km pela Vila de Alcoutim, com observação astronómica. Guiado por Grupo Desportivo de Alcoutim

Local de encontro – Em frente ao Posto de Turismo de Alcoutim GPS 37º28’16.9’’N 7º28’17.1’’O

Vila Real – Roteiro turístico – Monumentos na cidade


Na sequência de post anterior, vamos divulgar alguns dos monumentos mais importantes da cidade de Vila Real:


Capela de São Brás (MN) – Vila Velha
Atribuída à época de transição do séc. XIII para o séc. XIV, é um pequeno templo românico-gótico, coevo da fundação de Vila Real. Adossada à Igreja de São Dinis, sofreu profundas alterações no séc. XVIII, mas guarda ainda no interior duas arcas tumulares, uma das quais de estilo manuelino. Na outra é tradição que está sepultado Lourenço Viegas, o Espadeiro, companheiro de armas de D. Afonso Henriques.

Existem na parede fundeira, dignos de registo, frescos que representam São Brás(1).

São Brás - "Protector contra as doenças da garganta" e "Padroeiro dos Cardadores"
Em Latim S.Blasius, em Catalão S. Blai, em Francês S. Blaise, em Espanhol S. Blas.

S. Brás nasceu na cidade de Sebaste, na actual Arménia, nos finais do séc. III. Já depois de ter assumido a profissão de médico, sentiu o chamamento de Deus a uma consagração cristã, pelo que terá deixado a sua vida citadina e a sua própria terra indo para os montes, optando por uma modesta vida solitária de oração e de penitência.
A sua fama de santo começou a espalhar-se na comunidade de Sebaste e, quando morreu o bispo daquela cidade, todos o aclamaram como novo pastor. São Brás só aceitou a nova responsabilidade pela forte insistência dos membros da comunidade, porque desejava muito mais a vida retirada de oração e contemplação. Mesmo como bispo continuava a viver numa caverna no Monte Argeu, no meio de animais ferozes, com quem convivia, vindo somente à cidade apenas quando as obrigações de pastor o exigiam. Saber mais>>>

Capela da Misericórdia – Rua da Misericórdia
A sua construção iniciou-se em 20 de Março de 1532, por ordem do Abade de Mouçós, D. Pedro de Castro. No interior, tem quatro retábulos nas paredes laterais, em talha barroca. Dois deles escondem outros anteriores, de granito dourado, muito mais valiosos devido à sua origem maneirista, rara na região(1).

«(…) Em Vila Real fui à Igreja da Misericórdia. Desta feita consegui visitar o monumento. O pavimento, de madeira, dividido em pequenas câmaras, numeradas, tradutor da velha prática de enterramento nas igrejas merece particular atenção. Um das campas não tinha a cobertura em madeira, era de mármore, com a seguinte inscrição, "AQUI JAZ O SANTO SOLDADO JOSÉ CUSTÓDIO INOCENTEMENTE ARCABUZADO EM 12-5-1813". Fiquei intrigado e meti conversa com o zelador da igreja que muito prestavelmente me informou que o soldado em questão foi condenado à morte por ter roubado uma píxide de ouro de uma igreja. O soldado de Mirandela não foi o ladrão, mas sim um primo que o quis comprometer. Jurou sempre a sua inocência, mas acabou por ser arcabuzado. Foi-lhe encontrado no corpo apenas uma bala, a do primo, o tal que lhe quis fazer mal. Os outros soldados dispararam para o ar. E o pai, acabado de regressar de Lisboa com o indulto real, pedido pelos próprios oficiais, que tinham o maior apreço e respeito pelo seu filho, não chegou a tempo de o salvar, mas ainda ouviu a salva de tiros ao entrar na cidade. Existem outras versões, mas esta é paradigmática daquilo de que são capazes alguns seres humanos quando querem comprometer ou destruir a vida do próximo, mas também da cegueira da justiça e da não aceitação da palavra dos que até à morte clamam pela sua inocência. A má consciência dos humanos levou-os a considerar José Custódio como o "santo soldado", como se o atributo de santo fosse uma espécie de consolação pelos males da sociedade que o levaram à morte. (…)» Texto de Salvador Massano Cardoso no blogue: 4R – Quarta República

Igreja de São Domingos / Sé de Vila Real (MN) – Avenida Carvalho de Araújo
Era a antiga Igreja do convento do mesmo nome, que foi sagrada Sé de Vila Real em 1924. É um templo espaçoso, de três naves, construído no séc. XV. A torre sineira foi erguida em 1742 e a capela-mor reformulada em 1753. Sofreu um grande incêndio em 1837, tendo sido reconstruída na década seguinte (1).

Capela Nova – Rua dos Combatentes da Grande Guerra
Também conhecida por Igreja dos Clérigos, a Capela Nova é uma obra atribuída a Nicolau Nasoni. De feições tipicamente barrocas, exibe no interior azulejaria com representação de cenas da vida de São Pedro e São Paulo, sendo o retábulo da capela-mor de talha renascentista, do início do séc. XVII.

No largo fronteiro, realiza-se entre 27 e 29 de Junho de cada ano a tradicional Feira de São Pedro, ou dos Pucarinhos (barros pretos de Bisalhães e linhos de Agarez e Mondrões) (1).

Igreja de S. Pedro – Largo de São Pedro
De origem barroca, a Igreja de São Pedro foi construída em 1528 a mando de D. Pedro de Castro, Abade de Mouçós, que nela tem sepultura. Em 1692, Domingos Botelho da Fonseca, fidalgo da Casa Real, que também ali jaz, mandou revestir de azulejos a capela-mor. Em 1711, a igreja foi objecto de restauro. São de notar a riqueza da talha e o tecto em caixotões (1).

Casa de Diogo Cão (IIP)Avenida Carvalho de Araújo
Localizada bem no centro da cidade, é um edifício de traça medieval, com construções contíguas da mesma feição arquitectónica. Nela terá nascido, segundo a tradição, o navegador português Diogo Cão, que descobriu a foz do Zaire no séc. XV (1).

Casa dos Marqueses de Vila RealAvenida Carvalho de Araújo
Casa onde habitou a família dos Marqueses de Vila Real, caída em desgraça pelo seu envolvimento na conjura contra D. João IV, em 1641. Conserva ainda as ameias e a janela geminada de estilo manuelino (1).

Casa dos BrocasRua Camilo Castelo Branco
Casa senhorial construída pelo avô de Camilo Castelo Branco. Tem na fachada uma lápide que evoca o escritor, mandada colocar pela Região de Turismo da Serra do Marão (1).



Texto: (1) retirado de brochura editada pela Câmara Municipal de Vila Real
Imagens: retiradas da internet, digitalizadas de documentos, fotos próprias
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...