Festas de Nª Sª da Agonia 2011: Trajes Femininos Regionais do Minho no Desfile Etnográfico


Vídeo enviado por PedrodoPorto. Os nossos agradecimentos.

Tomaz Ribas, no seu livro "O Trajo Regional em Portugal" afirma que a paisagem do Minho, "variada de vales profundos e espraiados, litoral recortado e serras que se alongam para o interior desde Arga ao Gerês, tem de marcar necessariamente o trajar do minhoto, ora pela exuberância da cor e do desenho, ora por uma frugalidade contida."

Se quiser conhecer mais sobre os Trajos Regionais de Portugal...

Região do Oeste: "A Oeste tudo de novo"

Oeste terra de vinhedos e de mar
O Oeste é uma região de belas paisagens, magnificamente preservada, que se estende do oceano Atlântico ao maciço que nasce em Montejunto, até ao Pinhal de D. Dinis, Para nascente ficam as extensas terras de vinhedos imensos que dão origem a uma das maiores Regiões Vinícolas de Portugal e do Mundo. A poente, o permanente espectáculo de um mar sempre vivo e criativo, que banha uma Costa de altas arribas, pequenas baías e enseadas, terra de pescadores onde o peixe e os mariscos são reis!
Constituída pelos municípios de Alcobaça, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha, Lourinhã, Nazaré, Óbidos, Peniche, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras, é espaço único, de ruralidade moderna às “portas da capital”.
A proximidade a Lisboa e a situação estratégica na ligação a outros centros caldearam o crescimento e modernidade da região Oeste. As autoestradas A8 (Lisboa – Leiria), A17/A29 (a ligar ao Porto) e A15 (Óbidos – Santarém) tornam o acesso ao Oeste extremamente fácil e agradável, em conjugação com a IP6, A1, A23 (esta ligando a Espanha). Dos aeroportos internacionais de Lisboa e Porto estamos ligados a todos os grandes centros de Portugal e da Europa.
É um território de luminosidade intensa e clima ameno, em que a costa marítima e o campo se fundem de forma singular, numa mancha verde, salpicada de casario branco, com o azul do oceano em pano de fundo, povoada de gente que se divide entre o apego à terra e o chamamento ancestral do mar.
Estações arqueológicas, castros da Idade do Cobre ou povoados romanos convivem lado a lado com castelos árabes, arquitectura religiosa, Românica, Gótica, Manuelina e Barroca, fortalezas quinhentistas e das “Guerras Napoleónicas”, magníficas casas solarengas, sendo algumas das principais referências da monumentalidade da Região, que guardam parte da história do Oeste e nos desvendam os segredos da cultura do seu povo.
Percorrer o Oeste é descobrir a cada passo um motivo de interesse. Rica de paisagens e espaços, esta região tem muito para oferecer. Para os amantes de um ambiente puro e de um estreito contacto com a natureza, o Oeste constitui uma área de imprescindível visita.
Edgar Libório
Saúde & Bem-estar na região do Oeste
Perde-se no tempo o uso das águas desta Região para fins terapêuticos. Desde as nascentes das Termas da Piedade e do Balneário Termal do Vimieiro, exploradas já durante a romanização, às “águas santas” de Caldas da Rainha, que no séc. XV surpreenderam a Rainha D. Leonor com os seus poderes curativos, o Oeste possui um Parque Termal com características únicas no país e na Europa. Esta herança foi sendo transformada, melhorada e valorizada até aos nossos dias e está patente na qualidade da oferta que o Oeste tem hoje para oferecer na área da Saúde e Bem-estar.
Aos complexos termais juntam-se agora magníficos Spas que, além de amplas gamas de tratamentos e programas, têm o antídoto para o stresse da vida quotidiana. Piscinas aquecidas, hidromassagem, talassoterapia, sauna, banho turco, hidroterapia, massagens, tratamentos de estética, etc. Tudo o que necessita para deixar correr o tempo devagar e desfrutar de experiências sublimes.
(Aproveite para conhecer a rede de instalações e equipamentos termais: Termas de Portugal).

Sabores do Oeste
A herança gastronómica do Oeste remonta à fundação do reino, e à sabedoria ancestral dos monges dos conventos e mosteiros da região, de onde se destacou a presença tutelar de Alcobaça, cuja tradição da doçaria conventual é ainda hoje uma referência.
No campo, da arte de “prantar” o pão, do cultivo do vinho e da pesca, nasceram algumas das tradições gastronómicas mais emblemáticas do Oeste, onde o peixe e os mariscos são reis.
A gastronomia da região é variada: dos ricos pratos da “matança do porco”, ao cabrito no forno e ao coelho guisado com arroz, passando pelas célebres caldeiradas e os suculentos e fresquíssimos pargos e robalos de Peniche e da Nazaré cozidos ou no forno, as enguias e amêijoas da Lagoa de Óbidos e os mariscos dos viveiros de Porto de Barcas, onde, de entre outras iguarias, a lagosta da Costa Atlântica, “suada”, é um manjar único.
Influência da cultura conventual, as trouxas, as lampreias de ovos e as cavacas das Caldas da Rainha, os pastéis de feijão de Torres Vedras ou os pães de Ló do Landal, Painho e Alfeizerão complementam os sabores da doçaria conventual de Alcobaça, que é a “jóia da coroa” deste paraíso gastronómico, herdeira milenar do centro cultural que foi, e é, o Mosteiro. A “Pêra Rocha do Oeste” e a “Maçã de Alcobaça” são ex-libris da região que alcançaram já certificação e prestígio internacional.
in Dossier Especial Expresso “A Oeste tudo de novo”
Aproveite para conhecer algumas peculiaridades da gastronomia de outras regiões do país.

Viana do Castelo - vídeo promocional em 2D


Vídeo promocional de Viana do Castelo, aqui em 2D. A cultura, tradições, folclore, artesanato, arquitectura, modernidade e muito mais num filme que apresenta a beleza de Viana do Castelo.

Uma produção HyperCube para C.M Viana do Castelo
Enviado por Martins Matos. Os nossos agradecimentos.

Gastronomia Duriense: 3º Festival de Gastronomia do Douro

Rico em sabores e aromas, que embriagam o espírito e fortalecem o corpo, o Douro é também boa comida.
O pão regional cozido em fornos de lenha acompanha o melhor presunto, salpicão ou chouriça com azeitonas.
As bolas de Lamego e de Vila Real, assim como os excelentes peixes do rio, são tudo exemplos da genuína gastronomia regional.
A carne que alimenta as gentes da região em Invernos rigorosos é comprovada por certificados de origem, atribuídos pela qualidade das raças autóctones – mirandesa e maronesa – que, a par do melhor cabrito, asseguram a refeição perfeita.
A vasta doçaria conventual, os doces de amêndoas e de ovos, o leite-creme e as sumarentas frutas fazem também as delícias do paladar e enchem o olhar.
É por estas razões e outras que surge o 3º “Festival de Gastronomia do Douro”, apoiado pelo programa da “Douro Emoções”, promovido pelas cidades de Lamego, Vila Real e Peso da Régua e pelo Turismo de Portugal, e que vai decorrer de 28 de Outubro a 11 de Dezembro.
Durante 45 dias de sabores e tradições, cerca de três dezenas de adegas típicas, restaurantes e hotéis dos 19 concelhos abrangidos pela zona de intervenção da Turismo do Douro, vão dar a conhecer a “Gastronomia Duriense”.
– 28 de Outubro a 1 de Novembro: “Sabores e Aromas do Douro” (Lamego, Vila Real Tarouca, Peso da Régua, Armamar, Tabuaço, Mesão Frio);
– 10 a 13 de Novembro: “Pelas Terras da Castanha” (Moimenta da Beira, Penedono, Sernancelhe e S. João da Pesqueira);
– 30 de Novembro a 4 de Dezembro: “Sabores do Douro Superior” (Carrazeda de Ansiães, Torre de Moncorvo, Freixo de Espada à Cinta e Vila Nova de Foz Côa);
– 7 a 11 de Dezembro: “Paladares nas Terras de Torga” (Vila Real, Stª Marta de Penaguião, Sabrosa, Alijó e Murça);
Não perca esta oportunidade de visitar alguns dos concelhos da Região Demarcada do Douro, conhecer as suas paisagens e, principalmente, provar uma Gastronomia ímpar e uns Vinhos (de Mesa ou Generosos) que não encontram rival em qualquer parte do mundo!
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