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A Rota dos Mouchões está de volta a Azambuja!

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A Rota dos Mouchões está de volta às águas do Tejo, no concelho de Azambuja . A bordo do varino Vala Real, uma embarcação típica do Tejo, o visitante tem o grato prazer de descobrir o património natural e cultural, no seu estado mais puro. Ao longo desta rota, é imperdível contemplar os Mouchões , pequenas ilhas que emergem das águas do rio Tejo e das margens, repletas de salgueiros, e que acolhem inúmeras espécies de aves que aqui habitam: - garças boieiras, - garças reais, - corvo-marinho, - águia pesqueira, - guarda rios, entre tantas outras. Das águas do rio saltam aqui e acolá as fataças, os barbos, as enguias, o sável e a lampreia. São eles os verdadeiros reis da gastronomia do rio . Não há, pois, como ficar indiferente à fauna e flora que nos envolve, com as suas cores e formatos, nesta que é uma viagem que nos aguça os sentidos. Ao navegar, tranquilamente, numa extraordinária paisagem de beleza ímpar que nos envolve, descobrimos as aldeias construídas em

Castelo e muralhas de Monsanto | Uma visita

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Foi no século XIll que se ergueu o actual Castelo de Monsanto , assente em penedia de muito problemática escalada, mas o povoado fortificado já vinha da época pré-histórica e nele passaram romanos, visigodos e árabes. Nos reinados de D. Dinis , D. Fernando e D. João I procederam-se a importantes obras de reconstrução. O reduto é formado por três recintos muralhados, torres quase todas em ruínas, cisterna, Capela de Nossa Senhora do Castelo , escadas e rampas, portas e arcos, a Torre do Pião , já fora das muralhas e derruída quase até à base, muros grossos de cantaria em granito apertados entre descomunais rochedos, uns, e mesmo encimando-os, outros. Em termos documentais, Monsanto entrou na história portuguesa quando, em 1165, D. Afonso Henriques a doou à Ordem dos Templários , mas o grão-mestre Gualdim Pais não deixou aqui obra importante, pelo que nova doação contemplou a Ordem de Santiago , apenas sete anos depois. Na crise dinástica de 1383-85, Monsanto cedo se coloc

Guia do percurso pedestre: Galegos da Serra até Arnal (PN Alvão)

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  Este percurso pedestre tem a duração total aproximada de 3 horas O-1 ( ver mapa abaixo ) Como por certo já repararam nesta primeira parte do percurso quase não há solo. Por toda a parte aflora o granito biotítico. A erosão que o caracteriza tem como resultado a " formação de bolas ". Repare em frente, nas encostas escarpadas, típicas das escarpas de falha. Do lado esquerdo do caminho observa-se um povoado misto de pinheiros bravos (espécie exótica introduzida) e de carvalhos (espécies autóctones). Observam-se aves características dos bosques: estrelinha-de-cabeça listada, chapim-azul. Provavelmente encontrar-se-á um pequeno charco onde se observarão alguns anfíbios (rã-ibérica e tritões). A cobertura vegetal dominante é formada por matos pequenos e rasteiros compostos por torga, e carqueja, sargaço, urze, tojo, e também feto ordinário. A paisagem que se vê é uma paisagem construída e trabalhada.  Desde há séculos o homem marca, e organiza o território

A Sé do Funchal – Madeira | Um local a visitar

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Sé do Funchal - Madeira Começada a edificar no início do século XVI, em plena gesta dos Descobrimentos , a Sé do Funchal reflecte esse período de ouro da História portuguesa. Predomina o estilo manuelino, com influências do gótico mendicante . A igreja é de transição entre o gótico final e o renascimento, integrando-se na tipologia das igrejas manuelinas de três naves, com clerestório, cobertura de madeira e cabeceira abobadada. A excepcional cobertura de madeira mudéjar, com friso pintado com a heráldica manuelina (ou joanina) e elementos do " grotesco " e " ferroneries " flamengas, apontam para uma assimilação tímida da linguagem renascentista. A sua construção como sede da futura diocese dos Descobrimentos portugueses, o conjunto de ofertas manuelinas ainda presentes nos seus locais de origem, o importante conjunto de tectos mudéjares, assim como o restante recheio do século XVI (parte do qual depositado no Museu de Arte Sacra ) conferem-lhe um lugar

A Citânia de Santa Luzia – Viana do Castelo | Uma visita…

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Citânia de Santa Luzia - Viana do Castelo A Citânia de Santa Luzia é um notável exemplar de um povoado fortificado do Noroeste Peninsular, pela sua dimensão, planeamento urbanístico, tipologia das construções e carácter defensivo. Situado em Viana do Castelo , na coroa do Monte de Santa Luzia , este povoado fortificado de tipo proto-urbano, com ocupação continua entre os períodos da Idade do Ferro e Romanização, gozava de uma posição geoestratégica privilegiada. Com um vasto ângulo de visibilidade que alcança o estuário e foz do Rio Lima, bem como a área costeira do Atlântico, possibilitava condições únicas de defesa, controlo dos caminhos, vales, de navegação marítima e fluvial. As ruínas, também designadas por " Cidade Velha de Santa Luzia ", são conhecidas pelo menos desde o século XVII. As primeiras escavações, levadas a cabo por Possidónio da Silva , datam de 1876, mas o conjunto urbanístico e arquitectónico visível actualmente deve-se aos trabalhos arqueológi

Vila Real e arredores | Roteiro de natureza e lazer

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Visto do Parque Corgo: a Ponte Metálica, aspeto de Vila Real e o Marão coberto de neve Jardim da Carreira Este Jardim surgiu da necessidade de criar um espaço público de lazer, no século XVIII, e originalmente foi arborizado com espécies de árvores provenientes do Gerês . Este espaço é um dos mais emblemáticos de Vila Real , e dos que têm uma maior tradição e história junto dos vila-realenses. Parque Corgo O Parque Corgo situa-se nas margens do rio que lhe dá nome, e tem uma área de cerca de 33 hectares. Está ligado ao Parque Florestal , um verdadeiro pulmão da cidade, e incorpora vários equipamentos: campos polidesportivos, itinerários pedestres, parque de merendas de Codessais (equipado com grelhadores e mesas), piscinas municipais abertas, parque infantil, cafés e casas de chá. É ainda possível ver antigos moinhos, alguns deles recuperados. Na área correspondente ao Parque Florestal está instalado um circuito de manutenção, que convida à prática de hábitos de vida saud

Por Terras de Colonos, Ferroviários e Antigas Devoções – Horizontes de Ruralidade (Rota IV)

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Palmela – Pinhal Novo – Rio Frio O percurso tem início no Largo de S. João, junto à Casa Mãe da Rota de Vinhos .  Entre e conheça um pouco dos vinhos e adegas da região. Suba a Avenida Dr. Atáz Godinho de Matos até à Igreja de S. Pedro (séc. XVI).  Desça a estrada em direcção a Setúbal e, no cruzamento, vire à esquerda, seguindo a indicação Palmela .  Uns metros à frente, à direita, pode conhecer a adega SIVIPA e a sua colecção de garrafas assinadas.  Esta Sociedade Vinícola é uma empresa de referência na produção e comercialização de vinhos, encontrando o seu ex-libris no Moscatel Roxo.  Não deixe de o provar! Retome a estrada e contorne a rotunda do Largo do Chafariz D. Maria I , novamente em direcção a Setúbal.  Nos semáforos vire à esquerda para Pinhal Novo .  Dirija-se ao Largo José Maria dos Santos, observe o Coreto , os painéis de azulejos de 1938 na antiga Estação dos Caminhos de Ferro e a Capela de S. José .  Continue a estrada seguindo as indicações de Rio Frio e con