Vila Nova de Famalicão - Património

Igreja Paroquial de São Félix e Santa Marinha de Gondifelos
A Igreja Paroquial da freguesia de Gondifelos  - Vila Nova de Famalicão é composta por nave central rectangular, capela-mor quadrangular e duas sacristias adossadas.
A fachada principal é de linhas sóbrias, com porta axial de formato rectangular, é encimada por dois pináculos rematados numa forma boleada, com uma cruz ao centro.
No centro da empena estão duas edículas, onde se encontram colocadas duas esculturas em granito representando os oragos da igreja, São Félix e Santa Marinha.
Adossada ao lado norte da fachada, situa-se a torre sineira.
A actual igreja é datada de 1954, substituindo uma outra anterior que existia no mesmo lugar, e cuja documentação aponta para a sua edificação em 1699.
Em meados do século XVII, verificou-se a união de duas paróquias pré-existentes (Santa Marinha de Vicente e São Félix de Gondifelos), resultando na actual paróquia de São Félix e Santa Marinha de Gondifelos.

Chafariz da Praça Manuel Sottomaior
Bem no centro da cidade de Vila Nova de Famalicão, implantado na Praça Manuel Sottomaior, pavimentada com lajes de granito, paralelo à Rua Direita e junto da Casa da Cultura, encontramos este chafariz, constituído por tanque circular percorrido por cornija na base e no topo, com bordo saliente.
Ao centro ergue-se pedestal prismático, encimado por base e coluna decorada por acantos, que suporta taça circular com quatro bicas zoomórficas, em forma de leão, sobrepujada por obelisco cónico, estriado, rematado por fogaréu
Trata-se de uma estrutura neoclássica, decorada com elementos de morfologia ainda barroca, nomeadamente os acantos da coluna de suporte da taça e as bicas zoomórficas.
(Informações retiradas da Agenda Cultural de Vila Nova de Famalicão)

O Paço dos Duques de Brangança - Guimarães

Durante o ano de 2012, Guimarães é uma Capital Europeia da Cultura*. A outra é Maribor, na Eslovénia.
A propósito deste facto, sugerimos o visionamento deste vídeo sobre os Paços dos Duques de Bragança, em Guimarães, da autoria de Pedrodoporto:


«O Paço Ducal, mandado construir por D. Afonso, 1º duque de Bragança (1), denuncia influência europeia, assemelhando-se aos castelos franceses do Vale do Loire. De facto, tem as características de um grande palácio fortificado ou de uma fortaleza apalaçada, sendo exemplar único na Península Ibérica.
De planta quadrangular, tem uma torre em cada canto e todo o perímetro é ameado, encerrando um claustro gótico. Nos telhados contam-se 39 chaminés cilíndricas.
A partir do século XVI foi votada ao abandono, que durou até 1937, quando se iniciaram as obras de recuperação. Em 1959 foi aberto ao público e transformado em museu.
Destacam-se a colecção de tapeçarias de Pastrana, do século XV, o núcleo de tapeçarias flamengas com desenhos de Pieter Paul Rubens e as mostras de porcelanas da Companhia das Índias, de faiança portuguesa e de mobiliário do período pós-descobertas.» In Guia American Express – Norte de Portugal e Galiza
(1) A construção foi efectuada em 1420-22 pelo 8º Conde de Barcelos, D. Afonso (1380-1461), filho bastardo de D. João I.
(*) A Capital Europeia da Cultura é uma iniciativa da União Europeia, lançada em Atenas em 1985 como uma iniciativa intergovernamental, e que tem por objectivo a promoção de uma cidade da Europa, por um período de um ano durante o qual a cidade possui a hipótese de mostrar à Europa sua vida e desenvolvimento cultural, permitindo um melhor conhecimento mútuo entre os cidadãos da União Europeia. (Wikipédia e Centro de Informação Europeia Jacques Delors)
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